| O desenvolvimento da terra de “Chico Barreto” |
O marco da fundação de Barretos data de 25 de agosto de 1854, quando as famílias de destemidos e audaciosos, que influenciaram o setor em âmbito nacional. Veríssimo Costa Júnior introduziu o nelore indiano no plantel brasileiro. Rubico de Carvalho está entre os pioneiros do gado zebuíno, aprimorando a genética e consolidando um gado fino de grande qualidade. Antenor Duarte também avançou na contribuição pecuária, projetando Barretos no cenário pecuário nacional.
O conselheiro Antonio Prado viabilizou a estrada de ferro e articulou a instalação da indústria frigorífica. Hoje, o setor tem importante perfil econômico.
Chico Barreto e Simão Librina concederam ao patrimônio do Divino Espírito Santo as terras para a formação de uma pequena comunidade. O tempo passou e Barretos virou distrito em 16 de abril de 1874, ganhando condição de município em 10 de março de 1885.
Apenas em 1906 foi definida a denominação Barretos. O município tinha na época uma população aproximada de 10 mil habitantes. Em 1956 a cidade deu um novo passo, realizando a primeira Festa do Peão de Boiadeiro. |
|
| O grupo de rapazes “independentes” nem imaginavam que estava dando um grande passo para o desenvolvimento da cidade, em todas as áreas, abrindo oportunidades internacionais.
A pecuária foi fator fundamental para esse crescimento. Abrigou nomes Barretos hoje tem a maior Festa do Peão, tem Rubico de Carvalho, Nenê Costa e Henrique Prata. Barretos tem a Fundação Pio XII, frigoríficos e o Parque do Peão. Tem cana, laranja, açúcar, algodão e até coco da Bahia. Tem geniais do teatro, do esporte e da cultura, e tem um povo fraterno e acolhedor. |